Valeu... na real, esqueci de comentar um par de coisas que achei sim interessantes. Uma delas foi o ônibus que tomei no último dia para ir à área de shopping: o motorista pára e espera os passageiros que têm bicicletas prenderem suas magrelas no suporte (no pára-choque dianteiro) com toda a paciência e educação do mundo. Gostei disso.
Hei, velhinho!, consegui ler todo o relato. A narrativa de sensação de fora do lugar ficou bacana. Incrível o quanto bate com o estilo de um livro que curti demais chamado Pesadelo Refrigerado - http://www.revistabula.com/posts/livros/o-livro-censurado-de-henry-miller.
O livro é de 1945...e consegue demonstrar que pouca coisa mudou de cá para lá.
Cacildiws... e não é que os EU viraram uma espécie de cidade cenográfica no meio do deserto do nada !?
efeefe:
Sua participacao na OCA foi para nós muito boa!
Acreditamos o LAB desses dias foi muito rico para todos; muitos aprendizados!
Super valeu sua interacao!
Tomará que consigamos rolar OUTRAS!
Há braço
Gostaria de propor um encontro sobre engenharia reversa de automação eletrônica. Realizada a partir da des-construção/criação de placas seriais que controlam relés de 110v e 220v.
Lá estarei! Nas próximas semanas vou tentar participar com sugestões e ideias para programação. Bela iniciativa, está na hora de conhecer pessoalmente esta turma de metarecicleiros!
pois é, a gente tem um paradoxo aí: precisamos de mais dados abertos pra criar aplicações específicas, mas precisamos de aplicações que demonstrem a necessidade de mais dados abertos. é aí que os projetos que moram na fronteira da arte (como os que vão ser apresentados semana que vem no Future Everything, em Manchester.
O seu post demonstra um dilema fascinante: Historicamente cidades foram criadas e cresceram exatamente por causa da necessidade de "centralização": Proteção, otimização de recursos, necessidades mercantis, etc... Por outro lado, como "abrir" sistemas que foram exatamente criados para centralizar?
Acredito que o movimento ("movimento"?) da cidade digital precisa justificar de maneira prática como a solução aberta é melhor do que a solução centralizada. Sem essa justificativa, acredito ser impossível convencer os políticos e mesmo a população a abrir os dados da cidade para terceiros.
Se usarmos free software como um paralelo: Inicialmente houve um esforço para convencer os fabricantes a abrirem seus códigos-fonte, e foi exatamente a negativa dos fabricantes que fez surgir o GNU (que foi escrito do zero). Assim como os fabricantes (sistemas top-down), as cidades não tem incentivo em abrirem seu "código". Portanto, cabem a outros a tarefa de criar sistemas paralelos que captem esses dados de outra forma.
O que precisamos é de um "killer app" -- Uma aplicação prática com benefícios sólidos que utilize dados abertos, que não poderia ter sido criada de forma centralizada. Um exemplo são sistemas que necessitam de dados de diversas organizações: Por exemplo, um sistema que utilize dados do sistema de água e do sistema elétrico. Esses dados são difíceis de serem adquiridos, pois são centralizados por duas organizações diferentes. No entanto, se um sistema paralelo pudesse captar esses mesmos dados de forma aberta, aí teríamos uma situação onde o sistema aberto traz uma vantagem ao sistema fechado.
Excelente post!
Oi, Ceila. Tentar desenvolver coisas que vão além do acesso tem sido uma busca constante na rede MetaReciclagem nos últimos oito anos. Essa perspectiva da cidade como sistema operacional foi articulada mais recentemente, mas é coerente com muitas coisas que a gente fez em termos de interferências, ocupação de espaço público, tentativa de criação de espaços abertos de conversação, etc. Tem bastante gente pensando a questão urbana de uma maneira mais ampla. O digital não deveria ser uma categoria separada, mas sim ser incorporado como solução prática para problemas em todas as áreas.
A ideia é fantástica...bastante complexa também. Preciso reler pra ver se realmente caiu minha ficha. Fiquei curiosa para saber o que vcs já fizeram na prática seguindo tais premissas.
tive a oportunidade de entrevistar alguns coordenadores de cidades digitais. já existe alguns que pensam além do acesso, mas na prática pouco é feito. conseguia associar algo do que acho que vc tá falando em municipios pequenos e principalmente com turismo pq focava mto em como a tecnologia podia ajudar nas questões de mobilidade (distancias geográficas) e comércio (turismo em cidades históricas). Mas nunca pensei de forma ampla como propõe nem conseguia imaginar possibilidades para megalopes como são paulo.
obrigada pela dica...volto um dia pra ver se o mosquitinho pica de vez (risos!!!) e, enfim, entendo algo do que pensa.
Parabéns!
Grande efeefe,
Também aprovei um esporo de cultura digital e vamos trabalhar o diálogo entre a cultura digital e a geração de renda no sentido de ir além de editais e afins... o papo aqui pode dialogar com o ubalab... vamos conversando :)
Valeu... na real, esqueci de comentar um par de coisas que achei sim interessantes. Uma delas foi o ônibus que tomei no último dia para ir à área de shopping: o motorista pára e espera os passageiros que têm bicicletas prenderem suas magrelas no suporte (no pára-choque dianteiro) com toda a paciência e educação do mundo. Gostei disso.
Oi Gabi, arrumei o link. Mas é um grupo no google mesmo:
https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!forum/ubalab
se tu acha que não é muito metarecicleiro, é porque ainda não entendeu o que é metareciclagem. venha e vamos!
Maneiro isso hein?? Fiquei com bastante vontade de ir, mesmo sabendo que de metarecicleiro tenho pouquíssimo repertório.
Demais, parabéns pela chamada!
Venha, e traga a família!
fala, xará! valeu...
pois é, a gente tem um paradoxo aí: precisamos de mais dados abertos pra criar aplicações específicas, mas precisamos de aplicações que demonstrem a necessidade de mais dados abertos. é aí que os projetos que moram na fronteira da arte (como os que vão ser apresentados semana que vem no Future Everything, em Manchester.
vamos pensando em possibilidades.
Oi, Ceila. Tentar desenvolver coisas que vão além do acesso tem sido uma busca constante na rede MetaReciclagem nos últimos oito anos. Essa perspectiva da cidade como sistema operacional foi articulada mais recentemente, mas é coerente com muitas coisas que a gente fez em termos de interferências, ocupação de espaço público, tentativa de criação de espaços abertos de conversação, etc. Tem bastante gente pensando a questão urbana de uma maneira mais ampla. O digital não deveria ser uma categoria separada, mas sim ser incorporado como solução prática para problemas em todas as áreas.
Aqui uns links que podem ter a ver.
putz, eu não tava recebendo notificações de comentários pendurados, só vi isso agora. bora conversar aqui em Ubatuba?
boa, Philipe. vamo construir aquela rede costeira. tu tá em pecém, né ?