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Mapas e desmapas...

Mapas são instrumentos de poder. Como já escrevi antes aqui, uma das perguntas que o Ubalab quer levantar é quem são os donos dos mapas? Existe uma questão importante quando alienamos totalmente o conhecimento de terreno para as autoridades ou, pior ainda, dependemos de um "presente" corporativo para nos situarmos geograficamente.

Pode até parecer uma questão menor dentro de toda a complexidade do debate sobre espaço público vs. espaço privado, mas me parece fundamental o entendimento de que os mapas geográficos deveriam ser públicos e livres para qualquer uso. Como acontece com todas as outras tecnologias, uma cada vez maior disponibilidade de mapas e coordenadas geográficas leva a transformações dúbias - multiplica as facilidades, mas gera dependência. Para garantir que essa dependência não seja sabotada, as alternativas livres são fundamentais.

Pelo mundão

Meu amigo André di Monaco - que faz aniversário no mesmo dia que eu - e sua companheira Amanda Odelius têm andado pelo mundo em expedições diversas nos últimos anos: de barco pelo Caribe, trabalhando em um café na costa da Sicília, a pé pela Chapada dos Veadeiros, cruzando os rios da Amazônia, e por aí vai. André tem um olhar bom para fotos, mas não gosta do Flickr. Há pouco tempo, finalmente eles criaram um blog para subir algumas das lindas imagens que têm feito por aí:

MetaReciclando as cidades digitais

Participei recentemente de um seminário sobre Cidades Digitais, organizado pela Unesp de Araraquara e realizado no SESC daquela cidade. Foi uma boa oportunidade para aprofundar algumas reflexões que já andei esboçando nos últimos tempos. Minha apresentação transformou-se no texto abaixo. A primeira parte não tem muita novidade, mas pode ser interessante pra quem está conhecendo a MetaReciclagem agora. Os slides da apresentação estão disponíveis no scribd.

Esse post faz parte da blogagem coletiva de inverno do Mutgamb, inspirado por Pozimi.